Não por nada em seu calendário tradicional estamos no ano 4705: a China se orgulha de ser uma das civilizações mais antigas, contemporânea à Babilônia e ao Egito dos faraós. Com tantos milênios, sua história é uma sucessão de drásticas mudanças, períodos de paz e prosperidade seguidos por outros de desintegração, fases de expansão contrastando com invasões estrangeiras. Mongóis, japoneses, russos, ingleses, alemães, franceses e outras nações já tiveram possessões em seu território. O Império Chinês deu lugar à república em 1912, mas a história continuou convulsionada com uma guerra civil entre nacionalistas e comunistas e a ocupação nipônica.
Em 1949, a revolução levou Mao Tsé-Tung ao poder, redistribuindo terras e reconstruindo a indústria. Em 1958, ele lançou o plano Grande Salto Adiante, que criou comunas gigantes auto-suficientes, mas uma mistura de mau gerenciamento e desastres naturais levou milhões de pessoas a morrer de fome. Em 1965, foi a vez de Mao dar nova cartada. A chamada Revolução Cultural promoveu a perseguição de pessoas que até aquele momento eram consideradas “comunistas modelo”. Com a morte de Mao em 1976, o país começa uma lenta e continua abertura econômica até chegar ao modelo de “socialismo de mercado” que assume hoje em dia.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
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